AVALIAÇÃO DE INTRAEMPREENDEDORISMO EM UMA ORGANIZAÇÃO – ESTUDO DE CASO

Emerson Lima, Andrea Cristina Marin, Caio Flávio Stettiner

Resumo


Este artigo tem por objetivo avaliar o nível de cultura intraempreendedora de uma organização familiar em seu departamento financeiro no setor de tesouraria, líder no segmento de distribuição de autopeças de reposição. Pretende-se expor os seus pontos fortes e fracos para análise e sugestão de melhorias. Para realização da pesquisa, foi aplicada a metodologia testada e desenvolvida por HARTMAN (2006), fundamentada em oito indicadores de intraempreendedorismo apresentados por autores da área. Os resultados obtidos revelam que a ferramenta é precisa ao levantar os pontos fortes e fracos da organização em relação sua atuação para promoção do intraempreendedorismo, possibilitando aos gestores uma análise crítica para aprimoramento de alguns dos pontos levantados para potencializar os indicadores e melhorar a percepção perante os colaboradores.

 

 


Palavras-chave


Intraempreendedorismo; Inovação; Organização

Texto completo:

PDF

Referências


ANHEMBI. Teoria das amostragens. Portal Anhembi Ead. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2017.

CALIA R.C., CARMO M., FAÇANHA, S.L.O. MOURA, G.L. (2007). Aprendizado em redes e processo de inovação dentro de uma empresa: o caso Mextra. Revista de Administração de Empresas. v.7 n.1, Art. 5.

CARNEIRO, José G. Said Pierre. Intraempreendedorismo: conceitos & práticas para construção de organizações inovadoras. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 2013.

CIPOLLA, Fábio. GIMBA, Rogério. Vantagem Competitiva: revisitando as ideias de Michael Porter. Site Administradores Seção Artigos. 14 dezembro 2009. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2017.

COELHO, José Ricardo Roriz. Porque empresas inovadoras crescem mais? Site Valor Econômico. 01 novembro 2012. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2017.

CORT, Danieli B. Dala et al. O intraempreendedorismo como base para a geração de conhecimento e inovação tecnológica: uma avaliação na indústria de alimentos.XXX Encontro Nacional de Engenharia de Produção. 12 Out. 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2017.

CHIARA, Márcia de. 1,8 milhão de empresas fecharam em 2015. Site Estadão Seção Economia. 10 maio 2016. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2017.

CUNHA, M. P.,REGO, A.;,CUNHA, R. C. , CABRAL-CARDOSO, C. Manual de Comportamento Organizacional e Gestão, 5ª Ed. Lisboa: RH: Editora, 2006.

DORNELAS, José C. Assis. Empreendedorismo Corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa. Elsevier, Rio de Janeiro, 2003.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1987.

HARTMAN, Adriane. Avaliação da cultura-intraempreendedora: desenvolvimento e teste de uma metodologia. Ponta Grossa: Universidade Tecnológica do Paraná, 2006.

HISRICH, R. e PETERS, M. Empreendedorismo. 7° ed., L. B. Ribeiro (trad.), Bookman, Artmed Editora, S.A., São Paulo, 2009.

HOYER, Wayne D., MACINNIS, Deborah J. Comportamento do consumidor. 5ª ed. (tradução EZ2 translate). São Paulo: Cengage Learning, 2011.

KOTLER, P. Princípios de Marketing. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, 1998.

LANDSTRÖM, H., & Lohrke, F. (2010). Historical foundations of entrepreneurship research. Great Britain: Edward Elgar Publishing.

LOPES, Steve et al. Avaliação do nível da cultura intraempreendedora: estudo de caso entre seis empresas portuguesas e seis empresas brasileiras. Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão, [S.l.], v. 12, n. 1, p. 52-68, abr. 2014. ISSN 1645-4464. Disponível em: . Acesso em: 16 mai. 2017.

MAXIMIANO, Antonio Cesar A. Introdução à administração. 3ª ed., São Paulo, Editora Atlas, 1992.

PINCHOT III, G. Intrapreneuring: por que você não precisa deixar a empresa para tornar-se um empreendedor. São Paulo: Harbra, 1987.

PINCHOT, G. e PELLMAN, R. Intraempreendedorismo na prática: um guia de inovação nos negócios. Campus, Rio de Janeiro, 2004.

PITSTOP. Cenário e Mercado. Site Rede Pitstop. Disponível em: . Acesso em: 20 mai. 2017.

PORTER, M. Vantagem Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

PORTER, M. Competição: estratégias competitivas essenciais. 13ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier,1999.

PORTER, M. Competição. Rio de Janeiro: Campus, 2009.

SALES, RAFAELA. O processo decisório das organizações. Portal administração. 01 março 2014. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2017.

SCHUMPETER, J. A. Business cycles.A theoretical, historical and statistical analysis of the capitalist process. New York Toronto London: McGraw-Hill Book Company, 1939.

SEBRAE. Sobrevivência das empresas no Brasil: relatório 2016. Portal SEBRAE. 01 outubro 2016. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2017.

SEBRAE. Sobrevivência das empresas no Brasil: relatório apresentação 2016. Portal SEBRAE. 01 outubro 2016. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2017.

SOBRAL, Filipe. PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. 1º ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

UOL. De cada dez empresas, seis fecham antes de completar 5 anos, aponta IBGE. Site UOL Seção Economia. 14 setembro 2016. Disponível em: . Acesso em: 10 mai. 2017.

VERGA, E., SILVA, L. F. S. Empreendedorismo: evolução histórica, definições e abordagens. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, v. 3, n. 3, p. 3-30, 2014.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Revista FATEC Sebrae em debate : gestão, tecnologias e negócios.