EDITORIAL

Mário Pereira Roque Filho

Resumo


Refletindo sobre o mundo das organizações, percebo que em troca de segurança econômica e de uma suposta previsibilidade de ascensão em suas carreiras, as pessoas se permitem perder o controle de legitimidade de ação social das organizações a quais estiveram ou estão vinculadas. A lealdade corporativa ignora impactos sociais, ambientais e a ética.

Todavia, a perseguição obsessiva dos níveis de competitividade necessários para enfrentar as turbulências da competição globalizada tem feito estas mesmas organizações trocarem a lealdade dos funcionários pela lealdade dos fornecedores, dos parceiros virtuais e dos clientes. A segurança do emprego está sendo substituída pela empregabilidade, pela engenharia de produto inspirada no feedback do marketing de relacionamento dos clientes satisfeitos e pelas promessas dos modismos consultivos. O século XXI assiste a um movimento no mínimo intrigante...


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